Este é o terceiro de 4 artigos de nossa série Squads. Aqui você encontrará reflexões importantes do porquê não seguir uma onda de “Squadfication”. Também, inspirações com base em nosso Global Growth Framework para construção de seu modelo próprio de Squads.

“Squadfication”? Não.

Certamente não basta reunir toda sua equipe e a partir de segunda-feira instituir que seus Times serão chamados de Squads. Que cada um terá um Product Owner, que serão formadas Tribos compostas por estes e aqueles Squads. Que serão agendadas reuniões para os Chapters e Guilds trocarem boas práticas….

Normalmente se vê muito um processo de “Squadfication” da organização. Neste processo, corporações hierárquicas nomeiam e estruturam suas verticais em Tribos e Squads. Assim, buscam tornar-se mais horizontalizadas e focadas em verticais de seus produtos. 

Apesar da imensa proporção que as estruturas de Squads ganharam como sendo um “Modelo Spotify”, é importante atentar-se para não embarcar na onda de “Squadfication”. É mais proveitoso analisar este modelo sob uma ótica de cultura de engenharia repleto de experimentações e aprendizados. 

E é com esta mentalidade geral que nós da Invillia construímos nossa própria estrutura de Squads. Estrutura esta que não se encontra isolada dentro da empresa. Faz parte de algo muito maior, que engloba as pessoas, nossa cultura, além, é claro, de ferramentas e técnicas robustas, testadas e validadas conforme nossa realidade. A este arcabouço, exclusivo, damos o nome de Invillia Global Growth Framework.

Assim, para nosso Global Growth Framework inspirações das estruturas de Squads convencionais nos foram importantes. São estas inspirações que compartilharemos logo a seguir com você.

Modelo próprio? Sim.

Para a Invillia, constituíram fontes de inspiração para o nosso modelo próprio de Squads:

  • Busca por uma cultura de autonomia, alinhado a um propósito claro e maestria focado em pessoas motivadas intrinsecamente falados no Motivação 3.0;
  • Favorecimento de um ambiente dentro da empresa mais horizontal com alto engajamento e felicidade de pessoas, alinhados com o Management 3.0;
  • Incentivo a uma cultura voltada à experimentação e validação de hipóteses/ideias, visando construir o mínimo viável de uma solução para resolver problemas reais;
  • Busca pelo Agile e seus princípios como um meio para que tudo se conecte e haja um equilíbrio entre fatores culturais, organizacionais, negócios e técnicos;
  • Visualização do que é valor na sua entrega. Depois, busca de fontes de gargalos e desperdício para uma melhoria contínua do fluxo de trabalho;
  • Práticas eficazes de comunicação e integração entre todas as áreas. Também, treinamento, sensibilidade perante às mudanças e evolução gradativa.

Modelo próprio e EVOLUCIONÁRIO!

Enfim, todo modelo virá carregado de conceitos, abordagens e aprendizados que deram muito certo no contexto de alguma empresa. Talvez o que valha mais a pena não seja simplesmente aplicá-lo ipsis litteris em sua empresa ou fazer mudanças revolucionárias. Mas sim, buscar a experimentação para chegar em sua própria identidade e saber que sempre será um modelo evolucionário, aberto ao crescimento e aprendizado ao invés de algo fixo e fechado.

No último artigo desta série sobre Squads, compartilharemos com você quais são as principais características do modelo de Squads da Invillia.

Não deixem de nos acompanhar aqui no Blog na Invillia!

Confira também os artigos 1 e 2 desta série Squads.

Por: Adriana Spinola, Content Strategist e Homero Araújo, Operations Manager na Invillia.

Fontes:

LKBR17: Desmistificando o não modelo Spotify – Henrique Imbertti Jr

Postado em 08/11/2019

Invillia

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